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Arquivos Jedi: Qui-Gon Jinn

Qui-Gon Jinn foi um Mestre Jedi, e um dos mais nobres e sábios da Ordem Jedi. Um homem considerado um dissidente pelos seus iguais, mas muito amado por aqueles que o conheciam.



Foi treinado por Conde Dookan, de onde herdou a maior parte de sua forte personalidade.
Nascido muito antes da Batalha de Yavin, Qui-Gon foi levado como uma criança á Coruscant para ser treinado nos caminhos Jedi. Aos dez anos de idade, Qui-Gon participou de um torneio onde mostrou a Dooku suas habilidades e pouco tempo depois, tornou seu aprendiz. Juntos, Dooku e Qui-Gon embarcaram em inúmeras missões ao redor da galáxia.

(o jovem Padawan Qui-Gon Jin)

Em uma missão notável, os dois foram enviados para acompanhar o Senador Blix Annon, em uma missão diplomática. Contudo, a sua nave espacial foi invadida por piratas. Seu líder era Lorian Nod, um Jedi Caído que já foi próximo de Dooku. Os dois batalharam e Qui-Gon viu seu mestre lutar enfurecido pela primeira vez. Quando Qui-Gon notou que Dooku pretendia matá-lo, foram suas palavras que lhe fizeram parar. Após essa missão, os dois partiram em outra missão juntos, mas esta, seria a última. Quando retornaram, Dooku afirmou que a única fraqueza de Qui-Gon era sua compaixão por toda a vida.

(o Padawan Qui-Gon Jinn e seu Mestre Conde Dookan)

Muitos Jedi observaram que o venerável Mestre poderia ter sido um membro do Conselho, não fosse sua "negligência". para com o Código Jedi . Embora não fizesse parte ativa do Conselho Jedi, Qui-Gon definitivamente seguia o programa de trabalho da Força à sua maneira e, não necessariamente aceitava a palavra dos seus irmãos como sagrada.

Acima de tudo, Qui-Gon era um Jedi com uma visão muito além de seu tempo. Ele compreendia que a Força era para ser usada no presente, no aqui e no agora, seguindo instintos e as indicações que sua sintonia como Jedi indicava.

Diferente de outros Mestres Jedi, que freqüentemente se focam na meditação da Força Unificadora, Qui-Gon Jinn viveu pelo momento, expondo a filosofia de "sinta, não pense – use seus instintos". Qui-Gon é conhecido como dissidente entre os membros da Ordem Jedi (no fim de Episódio I, Yoda diz a Obi-Wan Kenobi: "A rebeldia de Qui-Gon, eu sinto em você"). Provavelmente seu comportamento seja uma influência de seu antigo mestre, Conde Dooku. Nos filmes é mencionado por Obi-Wan o fato que Qui-Gon faria parte do Conselho se não não fosse por sua ações obstinadas, contra a opinião dos demais mestres integrantes.

Até seu amigo pessoal Mestre Mace Windu várias vezes tentou convencê-lo sem sucesso a se tornar membro do Conselho Jedi. Qui-Gon definitivamente não era um Jedi do tipo "sentar e meditar" ele era um Jedi do tipo "sentir e agir". Ele também meditava e se aventurava nos "caminhos da Força", é claro, mas nada comparado aos outros Mestres.

Qui-Gon Jinn era fortemente ligado à Força, e não se pode ignorar a influência poderosa que ela exercia sobre o Jedi. Ele possuía um respeito profundo e permanente por todas as coisas vivas. Era muito harmonizado com a Força e freqüentemente, passava algum tempo meditando e viajando nas profundezas de seus mistérios, indo mais além do que outros Mestres se aventuraram a ir. Porém, o início da carreira de Qui-Gon foi marcada pelo seu fracasso com um estudante chamado Xanatos. O Padawan era influente na Força, mas muito ambicioso e impaciente. Xanatos deixou a Ordem para unir-se ao seu pai, Crio, em uma guerra civil planetária. Circunstâncias acabaram por fazer os caminhos de Qui-Gon e Crion se cruzarem, e na batalha resultante Qui-Gon foi forçado a matá-lo. Xanatos ficou furioso. Lutou com seu Mestre e fugiu, desaparecendo nos confins da galáxia. Ele retornou, aparentemente como um homem mudado, mas planejava secretamente matar Qui-Gon e seu jovem Padawan chamado Obi-Wan Kenobi. A dupla escapou e Xanatos fugiu novamente.

A experiência deixou Qui-Gon desapontado quanto à suas habilidades como professor. Ele teve dificuldade em aceitar o jovem Kenobi como seu Padawan, mas finalmente, os dois ficaram tão íntimos quanto pai e filho. Eles participaram de muitas aventuras ao redor da galáxia, inclusive de uma guerra entre os colonos Wookiee e as tropas da Federação do Comércio em Alaris Prime. Ele também acreditava que tinha encontrado o Escolhido durante uma missão no distante planeta Tatooine: um menino escravo chamado Anakin Skywalker. Ele acreditava que a vontade da Força os teria unido. Mas no final, apesar de toda a sabedoria e intuição de Qui-Gon, e de sua habilidade e destreza com o sabre-de-luz, ele foi morto (através da Força ele sentiu que era o momento de se unir e se preparou para a transição, como vimos no filme) pelo Lorde Sith Darth Maul durante a Batalha de Naboo. Obi-Wan vingou sua morte e aceitou o último desejo do seu Mestre: treinar o menino Anakin para ser um Jedi.

Após se unir a Força, Qui-Gonn se comunicou com Yoda e aos poucos ensinou-o o truque de se comunicar com os vivos. Yoda praticou por anos, depois também passou esse conhecimento para Obi-Wan Kenobi.

Por se tornar uno com a Força, ser um um dos maiores estudantes e seres que viveu e praticou a Força viva, por ter encontrado o Jedi que cumpriria a profecia que traria balanço a Força e por no fim ainda poder se comunicar do outro mundo Qui-Gon é considerado pela Ordem Jedi como um venerável Mestre.

Atrevo-me a dizer que foi um dos maiores Jedi de todos os tempos.

(Yoda, Obi-Wan e Qui-Gon observam o fim de Darth Vader e seu retorno para o Lado da Luz da Força como Anakin Skywalker)

Informações biográficas:
Data de nascimento: 92 ABY

Data de morte: 32 ABY

Descrição física:
Espécie: Humano

Gênero: Masculino

Altura: 1,93 metros

Cor do cabelo: Castanho

Cor dos olhos: Azul

Cor da pele: Clara

Afiliações:

  • Ordem Jedi
  • República Galáctica

Mestre(s): Dookan

Aprendiz(es):
Feemor
Xanatos
Obi-Wan
Anakin Skywalker (pouco tempo)
Yoda (após se unir a Força, Qui-Gon ensinou Yoda a se comunicar através da Força)

Fonte 1
Fonte 2



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